sexta-feira, 11 de novembro de 2016



PORQUE TAMBÉM O SÁBADO FAZ PARTE DA SALVAÇÃO NA ETERNIDADE




Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Mostraremos, abaixo, Segundo a Verdade de Deus, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo)



...pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.


“Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes”.  E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.    Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a Verdade.    1 João 2:3 - 4


Vamos a um argumento bíblico, extremamente forte, que revela a alta fragilidade do tal domingo no Evangelho "substituindo" o sábado:

Não teria como haver discussões sobre o tal domingo dos homens ou o sábado das Escrituras, se os pastores domingueiros não se apegassem na suposição de que logo após a Ressurreição de Jesus Cristo, os apóstolos levaram a Igreja Primitiva a guardar o domingo, rejeitando o santo e abençoado sábado, assim chamado por Deus Pai.

Esses pastores em sua débil sabedoria, que pretendem fazer Deus Pai riscar das Rochas Sagradas o seu Quarto Mandamento, invocando presumíveis indícios, na ótica deles, de que os apóstolos guardavam os sábados, se apegando tristemente em Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:2, como se tais versos tivessem minimamente uma força para fazer Deus Mudar, trocando o sábado pelo domingo, quando ele mesmo revelou que NÃO MUDA de jeito nenhum, como nunca mudou em suas promulgações a Adão e Eva, cujos castigos respingam em nós outros até hoje.

Porque eu, o Senhor, não mudo;   Malaquias 3:6.

Mas há um fato importantíssimo que desmente, de modo absoluto, todos os domingueiros, sejam eles até teólogos, exegetas e outros estudados.

Vamos ao fato:

Existem vários documentos, assim como na Wikipedia, que exibem a listagem dos papas e seus concílios. Por eles, tomaremos conhecimento do Concílio de Laodiceia, votado e assinado pelo bispo maior, da época, chamado de Papa Liberio (não Libório) pelo Vaticano. 

O Concílio de Laodiceia foi convocado no ano 364 de Jesus Cristo, exatamente para deliberar sobre sábados e domingos. Nos concílios anteriores, em cada um deles, ardilosamente, o sábado veio sendo diminuído  e o domingo exaltado  cada vez mais, com a desculpa de ser nesse dia que Cristo havia ressuscitado. Então, o Xeque Mate da “exclusão” do sábado do Monte Sinai finalmente deu lugar ao tal domingo, pois os bispos e cardeais votaram a favor da (impossível) troca do Dia do Senhor.

Então, pelo Cânon 29, foi decretado o resultado desse concílio e assinado pelo Papa Liberio os seguintes termos:

 "Os cristãos não devem judaizar e ficar ociosos no sábado, mas trabalhar nesse dia; devem apenas honrar especialmente o dia do Senhor [domingo], e como cristãos, devem se possível, não trabalhar neste dia. Se, entretanto, eles forem encontrados judaizando, que sejam excomungados por Cristo".

Esse Concílio de Laodiceia não somente proibiu a santificação do sábado, mas também determinou severas perseguições a qualquer cristão que ousasse enfrentar o clero desobedecendo o resultado do tal Concílio.

Então vamos à grande mentira do tal domingo ser guardado pelos apóstolos no Evangelho, no os domingueiros se apegam apenas em suposições, sem fundo algum de Verdade Bíblica:

Ora, se a proibição de se guardar o sábado a favor do tal domingo SÓ ACONTECEU NO ANO 364 de nossa era, como os fariseus domingueiros podem alegar que aconteceu logo após a morte de Jesus?

Ora, se os domingueiros estivessem com a Verdade Bíblica, não haveria a necessidade de um Concílio Oficial para proibir o descanso aos sábados e perseguições aos desobedientes. 

Portanto, por mais que venham com “argumentos” a favor do tal domingo, tais como: Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:2, nada poderão com a Verdade do ano 364, pois só nesse ano o sábado foi "deletado" do meio cristão. 

Então,  como o próprio Evangelho revela que 
JESUS, SUA IGREJA, SEUS APÓSTOLOS E ATÉ A IGREJA DO APÓSTOLO PAULO SANTIFICAVAM OS SÁBADOS E JAMAIS UM SÓ DOMINGO, o sábado é para sempre.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista!  Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas com tantas Verdades indiscutíveis a favor do sábado?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Se os judeus encheram-se de inveja por ver quase toda a cidade a louvar os sábados  ao AR LIVRE, pois não caberia nem num grande templo, então não se tratava, indiscutivelmente de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

 A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor
.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”. 

 Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70/73, no episódio Massada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Então, entendam os irmãos que nós não colocamos acima apenas meras suposições, mas PROVAMOS, segundo a Palavra de Deus que tanto Jesus Cristo, sua Igreja. seus apóstolos e até décadas após a Ressurreição de Jesus o santo em vida apóstolo Paulo que falava e agia iluminado pelo Espírito Santo de Deus levando toda a sua Igreja, e quase toda a cidade a louvar aos sábados!

O próprio Mandamento do sábado revela ser esse o DIA DO SENHOR:

 “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.  Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”.  Êxodo 20:8-11   FONTE Bíblica: João Ferreira de Almeida:     


Por que eu me preocupo tanto com o mandamento do sábado? Porque, incrivelmente, de forma inexplicável, infelizmente a ampla maioria dos pastores evangélicos embarcaram na canoa furada do tal domingo,  imposto pelo papado romano, mais propriamente pelo Papa Libério (de fato o primeiro papa católico), no ano 364, através do Concílio de Laodicéia, que além de proibir a santificação do sábado pelos católicos, ainda aprovou perseguições aos que ousassem guardar esse dia Santo de Deus. (Hist. Ecles.; Rivaux; Volume 1).    (Ciência e Religião; Cônego Salin; Volume. 2) 

 Mas, como citei, o que importa mais, e até me mantém pasmado, é que os evangélicos, na ampla maioria, direta ou indiretamente, se submeteram servilmente a esse papado romano católico, nada santo, que ingressou nas maldições do Apocalipse (abaixo colocado) por ter ousado, por sua conta e alto risco, afrontar o Espírito Santo de Deus fazendo de tudo para extirpar, da Bíblia, trocando o o Dia Santo e Bendito de Deus, o Sétimo Dia, pelo domingo dos homens. Por essa afronta ao Senhor, somados a outra imensa agressão a Deus por fabricarem e horarem imagens e estatuetas ao anularem em seu insólito catecismo o Segundo Mandamento, Gravíssimos castigos a eles e a todos os seus clérigos condescendentes estão registrados pela Palavra de Deus nesse Livro, no próprio Apocalipse:

Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro.   E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro”.  Apocalipse 22:18-19.

Raciocinando à Luz do Evangelho, é facílimo concluir que o Inferno Eterno está reservado, no Grande Dia de Jesus, para todos os que agridem e que agrediram a Palavra de Deus com doses fortes de farisaísmo, hipocrisia e desrespeito contra o Senhor e seus Mandamentos,  quando o fazem de propósito, ensinando e impondo preceitos corrompidos,  como no caso do Papa Libério e seus cúmplices, e todos os clérigos católicos envolvidos na trama satânica dessa tremenda agressão ao Senhor, através do famigerado e insólito Concílio de Laodicéia que foi conclamado para a execução da tentativa de erradicar das Rochas Sagradas das Leis o Quarto Mandamento, o único nomeado pelo Criador como Santo e Abençoado, por puro ódio dos nossos irmãos judeus e, por conta, também, de Constantino, um falso cristão em todos os sentidos, pois depois de “revelar-se” cristão, fora outros crimes, mandou matar seu próprio filho Crispus, apenas por envolvimento passional.


Fontes: 

Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.
Eamon Duffy. Santos e Pecadores.
Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.
Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.
De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa   O Papa e o Concílio. 
Earle E CAIRNS. O cristianismo através dos séculos.  1977.
TINCQ, Henri - Os Gênios do Cristianismo. Histórias de profetas, de pecadores e de santos. Lisboa: Gradiva, 1999

Quanto a tudo acontecer somente na Volta de Jesus, idealizei um blog muito elucidativo:

http://naohaumasoalmanoreinodedeus.blogspot.com.br/  se não abrir, copie o http e cole no navagador.

 Mas, felizmente, os remanescentes, os sempre de Deus, sempre fiéis ao Senhor (os de hoje que são 398 congregações pelo mundo que guardam o sábado) 

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado 

Felizmente, ainda temos os remanescentes que, em qualquer hipótese, sejam quais forem as doutrinas e tradições, só aceitam como Verdade de Deus exclusivamente o que Está Escrito e nada mais;  jamais se sujeitaram ao homem, tanto nas épocas negras da Igreja, como é até hoje e como o será amanhã!

http://oantisemitismouniversal.blogspot.com.br/

 Mais tarde, no século 13, esses mesmos papas, pelo Concílio de Toulouse  -- ardilosamente não registrado na lista dos 21 concílios católicos -- se deram licença para torturar, para matar, para tomar os bens familiares dos acusados e, incrivelmente,  ousaram fazer-se Deus na Terra vendendo, por bom dinheiro, lugares eternos no Reino de Deus aos que pudessem pagar bem e, daí pra frente, o amor de Jesus o trocaram pelo ódio, a tolerância pela perseguição através do poder humano de que dispunham; a misericórdia e o perdão pela vingança mortal; e as centenas de milhares de execuções católicas se configuraram como os maiores crimes da História, pois quase todos foram executados contra inocentes que não aceitaram comungar com uma doutrina que está e sempre esteve  bem dentro dos padrões de uma grande seita, com seus limbos, almas penadas, purgatórios, rezas aos mortos, intercessão de “santos" mortos, esses “santificados” pelo homem; batismo de bebês e sem imersão; idolatria a uma rodela de trigo, plena idolatria iconolátrica; procissões com andores carregando em triunfo uma estatueta de barro;  o perdão de Deus ter de passar por intermediário humano; o faltar a uma missa de domingo era considerado pecado mortal, mas matar um judeu não; festas com orgias até dentro das sacristias; excomunhões que hoje sabemos que nada valem; mortes pelas fogueiras, fora uma lista lotada de outras agressões ao Senhor, cujas fontes históricas estão na relação de livros ao final desses escritos, o que configura essa doutrina católica como uma grande seita. Fontes nos livros listados acima.

Veja no Programa da Globo O Fantástico, o Museu de almas penadas no Vaticano, cujos acontecimentos são próprios de uma seita:

https://www.youtube.com/watch?v=hXsoxnvQd3A

 “E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus”.  Apocalipse 17:6.

Por tudo isso e por muito mais, a Igreja Católica foi a maior fonte mundial do pior tipo de corrupção possível, por forte agressão ao Espírito Santo de Deus, pecado gravíssimo que não tem perdão.  E, infelizmente, de modo altamente surpreendente, os pastores evangélicos, em sua imensa maioria, se submeteram e se submetem, se curvaram e se curvam perante àqueles malditos responsáveis por toda aquela corrupção humana, lixo fedorento do mais sujos dos esgotos -- segundo o Apocalipse abaixo --  que rolou por mais de seis séculos. E esses evangélicos ainda permanecem subservientes aos satânicos papas romanos de ontem e de hoje que teimam em manter os crassos erros do passado, sendo o principal deles a agressão às leis de Deus, por conta disso, aceitando, tal como Satanás quer, a derrocada do Mandamento mais amado de Deus, pois é o único dos 10 denominado pelo Senhor como Solene, Santo e  Bendito e eleito como UM SINAL entre ele e a Humanidade, como veremos abaixo.  

“E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo espírito imundo, e coito de toda ave imunda e odiável”Apocalipse 18:2

Por isso mesmo, Jerônimo Savonarola, um frade católico, inconformado com tanta corrupção, desabafou gravemente, o que causou a sua morte e a de seus auxiliares nas fogueiras de Satanás:

Tu profanaste os sacramentos pela simonia, clama ele à sua Igreja. A tua luxúria fez de ti uma prostituta. És um monstro abominável. Criaste uma casa de devassidão. Transformaste-te, de alto a baixo, em casa de infâmia. E o que faz a mulher pública? Acena a todos os que passam; quem tiver dinheiro pode entrar e fazer o que lhe apeteça. Mas quem quer o bem é expulso. Foi assim, Igreja prostituída, que desvendaste a tua vergonha aos olhos do universo inteiro e o teu hálito envenenado elevou-se até ao céu”.  

Fonte: TINCQ, Henri - Os Gênios do Cristianismo. Histórias de profetas, de pecadores e de santos. Lisboa: Gradiva, 1999. (Para quem não sabe o que é Simonia, trata-se da burla da compra de votos para eleger-se, no caso aqui a papa).

Martinho Lutero fez o mesmo: "Ninguém pode imaginar que pecados e ações infames se cometem em Roma; precisam ser vistos e ouvidos para serem cridos. Por isso costumam dizer: "Se há inferno, Roma está construída sobre ele: é um abismo donde procede toda espécie de pecado”. Fonte: Jean-Henri Merle d'Aubigné

Para encerrar, um bispo católico retrucou-me, por E-mail, afirmando que se a Igreja católica não contivesse a Verdade de Deus, não teria durado esses dois mil anos.

Respondi a ele que não foram dois mil anos, pois o catolicismo, esse ramal religioso, foi inventado no século IV, e concluí afirmando que o Vaticano e todas as coisas relacionadas a ele, são “imexíveis”, pois realmente é a bigorna que consumiu muitos martelos, pois por Deus o Vaticano e tudo relacionado a ele tem de perdurar incólume, para que o Senhor execute as profecias do Apocalipse, o Julgamento e a Condenação da Grande Prostituta e assassina dos mártires de Jesus, profecia essa que se inicia no Apocalipse 16:19, e segue sem interrupções até o capítulo 19:

  “E a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e da grande babilônia se lembrou Deus para lhe dar o cálice do vinho da indignação da sua ira”.  Apocalipse 16:19



Alguns pastores evangélicos alegam que o fato que mesmo depois da Separação,  Lutero continuou guardando o domingo, por isso foi modelo do domingo. Mas, infelizmente, no seu êxodo do catolicismo, na Separação, por ser ex-padre católico, Lutero não conseguiu desligar-se completamente da mais que secular doutrina católica de tantos erros. Continuou a chamar a santa em vida, a mãe de Jesus. na mais ridícula colocação de todos os tempos: “Santíssima Mãe de Deus”,  nascida “sem o pecado original” e prestando culto a ela. (como se o Criador pudesse ter nascido do ventre de sua criação) Nem santíssima, nem mãe de Deus, ver blog abaixo:
Gottfried Maron. Fontes do livro “Maria na Teologia Protestante” do  Rev. Concilium, n° 188, de agosto de 1983.


As considerações finais de Lutero que mostram a continuação da idolatria mariana mesmo após a Separação, foram solidificadas no sermão em Wittenberg, um mês antes de sua morte.

Por conta de sua antiga tradição católica romana, Lutero manteve a missa católica, com paramentos católicos e tudo o mais, e sua primeira missa evangélica foi levada a efeito na noite de 24 de dezembro de 1521.

Lutero conservou, também, a ridícula crença no fantasioso Purgatório das almas penadas, como também, em sua tese 29, aprova a heresia que elege santos e santas “santificados” pelo homem, pois no Evangelho nunca a palavra santo foi aplicada a um morto, exceto a Jesus, é claro.  Mas onde e como, então, o sábado santo de Deus foi sendo abolido para dar lugar ao tal domingo?   Está no meu blog:


Lutero, que também guardava o domingo católico, atropelou as Escrituras em suas teses:

 “Devemos rezar a Nossa Senhora, a Bem-Aventura Virgem Maria, para que ela venha em nosso socorro, porque realmente nós não sabemos o que será de amanhã. E realmente parece que toda essa ruína trará consequências terríveis ao mundo”.  (que grande tolice).   Então, não vale ter Lutero como modelo da guarda do domingo.

Ainda bem que com o passar do tempo as novas fundações das congregações evangélicas foram abolindo os erros de Lutero, infelizmente, o maior dos erros de Lutero, o mais afrontoso, não foi abolido: o corte da lei do sábado a favor do domingo pelo papado romano do engano satânico.     

 "O Papa é de tão grande autoridade e de um poder tão grande que pode modificarexplicar ou interpretar mesmo as leis divinas... O Papa pode alterar a lei divinavisto que o seu poder não procede do homem, mas do próprio Deus, e atua como vice regente de Deus sobre a Terra com amplitude de poder para atar e desatar os membros de sua grei (santo povo)", “Manifesto do Papa II, Lucius Ferraris, Prompta Bibliotheca, v. 6, pg. 25).   Uma gigantesca agressão a Deus, bem próprio do papado romano.

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  

“Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja o poder para dispor de qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, o primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados (dias de santos e santas. Fonte: Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, de Vicent J. Kelly, pág. 2. Uma idiotice gigantesca que mostra mais um ato satânico dos papas! Órgão oficial do Cardeal James Gibbons, o Catholic Mirror, de 23 de nov. de 1893:

“A Igreja, em virtude de sua divina missão, mudou a solenidade do dia de sábado para o domingo.” The Christian Sabbath, pg. 29 a 32. 

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”  Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893.    Mais uma prova que Satanás esteve e sempre estará no comando do Vaticano e consequentemente do catolicismo.  Ora, acaso as leis de Deus envelhecem?

“Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho”.  Atos 20:29.

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Vamos ao tema do título.   São 31 as questões.

 Por que o sábado faz parte ativa nos merecimentos para a salvação?

Antes tenho a informar que elaborei um blog que revela, segundo a História e segundo a Palavra de Deus que num um só apóstolo de Jesus santificou um só domingo no Evangelho, nem mesmo o apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus guardou um só domingo. Esse documento prova que TODOS OS CRISTÃOS guardaram o sábado pelo menos até 331 anos após Jesus, ou seja: até o ano 364, quando pelo Concílio de Laodicéia Satanás conseguiu com que o sábado, dali pra frente, fosse proibida a guarda e santificação.  Para garantir que os cristãos eliminassem os sábados de suas vidas, foram decretados severos castigos a quem ousasse continuar com o Sábado Santo e Abençoado por Deus Pai.



VAMOS ÁS QUESTÕES QUE PROVAM QUE OS CRISTÃOS DE JESUS SANTIFICAVAM OS SÁBADOS NO EVANGELHO:

1   1)  Porque uma ordem de Deus não pode ser desobedecida, de modo algum, para quem busca a Salvação. Vamos a uma das mais importantes ordens de Deus:

Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou. Êxodo 20:8-11

 http://asseteverdadessobreosabado.blogspot.com.br/  se acaso não abrir, copie o http e cole no navegador.

2         2)  Porque o sábado foi estabelecido pelo Senhor Deus na Criação do Mundo, um dia após ter criado o homem. Por isso Jesus revelou: O sábado foi estabelecido para o homem”. Marcos 2:28

3)    Porque num monumental e grandioso evento, no qual o Monte Sinai foi envolvido em fogo, em nuvens, e os sons fortes dos raios e trovões -- que até apavoravam -- se confundiam com  vigoroso som das trombetas de uma multidão de anjos celestes, que as tocavam cada vez mais alto, que durou semanas, e toda essa pompa incrível o Senhor fez de propósito exatamente para chamar a atenção de todos os povos, atuais e futuros, para a altíssima importância e relevância do propósito final: Promulgar, estabelecer e propagar as suas 10 Leis, de caráter perpétuo (Êxodo19:18). Dessa forma inesquecível, nesse evento mais que espetacular, o Senhor Deus promulgou 10 leis à Humanidade, escrevendo-as, fundindo-as, cravando-as profundamente nas Rochas Sagradas das Leis para que nunca se apagassem, pois papiros se dissolvem.

“Todo o Monte Sinai fumegava, pois o Senhor havia descido sobre ele em fogo. A fumaça subia como fumaça de uma fornalha, e todo o Monte tremia muito. Enquanto o som das trombetas aumentava cada vez mais, Moisés falava ao Senhor e ele respondia por meio de um trovão”. Êxodo 19:18 – 1

 Mas, afinal, por que o Senhor Deus se preocupou em OFICIALIZAR os seus dez mandamentos naquela época, e de modo tão ostentoso?  Porque pelos dias de Deus que não são os nossos (2 Pedro 3:8) e, segundo esses dias de Deus, aproximando-se o Grande Evento cantado por todo Israel, a Vinda do Messias restaurador de Israel e Redentor da Humanidade, o Divino Embaixador da Nova Mensagem, quis o Senhor estabelecer, oficializar e propagar as 10 leis, que seriam os futuros fundamentos do Evangelho, assim como promulgou Jesus Cristo no Sermão do Monte, no qual ele, o Filho de Deus Vivo legitimou o Decálogo, em cada til, em cada vírgula, também no Evangelho, como veremos abaixo.   E, assim, o Senhor Deus, na sua Absoluta Sabedoria e Alta Coerência, estabeleceu suas 10 leis que abrangem todas as principais situações nas relações da Humanidade para com o Criador e nas relações entre os próprios homens e mulheres, num evento grandioso exatamente para chamar a atenção da Humanidade para a alta importância de suas leis.


Quanto às colocações acima, veja a sabedoria divina: Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária, pode-se dizer até inefável, que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez, pela altíssima importância do Evento, ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade,  todas as suas leis, ordens de Deus, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações,  pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras; o mundo seria muito mais saudável com a Natureza preservada; não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.  Se até os escritos dos profetas eram perpétuos, imagine, então, os escritos do próprio Criador:

“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”.  Isaías 30:8.


Respondam-me os descrentes, cristão ou não: Exatamente por ter nos brindado com essas 10 leis, o Senhor Deus não é absolutamente Sábio e Coerente como vimos acima?

 Mas a maioria dos “ensinadores”, sejam católicos, ortodoxos ou evangélicos, muitos deles teólogos, exegetas, com suas salas lotadas de diplomas de cursos vários e até doutorados, com suas bibliotecas fartas e com alto prestígio humano, julgam corretamente excluir um ou dois dos santos mandamentos, e digo que essa heresia fica por conta e risco deles todos, segundo as pragas decretadas por Deus no Apocalipse a quem ousar modificar preceitos bíblicos (Apocalipse 22: 18-19.     A maioria dos pastores evangélicos, também esses “doutores da lei” descritos, valem-se erradamente da Carta aos Gálatas na tentativa de desmerecer o Decálogo, por conta da Graça de Jesus, como se a Lei e a Graça não tivessem de andar juntas. No Exemplo do Jovem Rico, Jesus mostrou o caminho do Céu pelas leis e pela graça, ambas caminhando lado a lado. Meu blog:


Fora os abençoados remanescentes, os da Bíblia, somente da Bíblia, que nunca aceitaram o ramal religioso criado pelos papas, e continuam não aceitando nada que não esteja Escrito, há multidões de pastores evangélicos, de clérigos católicos e de ortodoxos que, agredindo violentamente as determinações do Senhor Deus, aceitam apenas a parcialidade dessas leis; uns que querem ver abolidas todas as leis (exatamente porque o sábado faz parte delas); outros que aceitam apenas oito ou nove delas, e no geral todos têm um só objetivo maligno, pois agride, de modo gravíssimo, a Palavra de um Deus que nunca muda, como veremos abaixo: Fazer o sábado santo e abençoado de Deus (assim nomeado por ele) ser excluído a favor de um domingo que nunca existiu no Evangelho como o “Dia do Senhor”.

4    3)  Porque Jesus  Cristo, sua igreja primitiva, os apóstolos e até Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, santificaram todos os sábados e nunca um domingo sequer, é claro.  Essas sete situações que destroem completamente a crença no tal domingo, estão colocadas ao final desse escrito, mas também no meu blog abaixo para exame mais rápido:


    4)  Porque os israelitas já guardavam os sábados -- e os demais mandamentos -- bem antes do Evento Monte Sinai.  Êxodo 16:23 – 30.  

Isso Está Escrito, mas pergunto: desde quando, antes de Moisés, os hebreus israelitas guardavam e santificavam os sábados de Deus, o Dia perpétuo do Senhor? Tal colocação Não Está Escrita mas, vamos raciocinar?  

Imagine  você, hoje, um cristão do Evangelho, se estivesse vivendo nos tempos de Abraão e, sendo hebreu, membro do único povo de Deus, na época e, necessitando descansar um dia em sete, como propôs a Perfeita Sabedoria do Criador, que dia escolheria entre os sete? Tenho a absoluta certeza que vai responder, na sua honestidade, que por respeito, pela coerência, por amor e por obediência ao Senhor escolheria exatamente o dia de sábado, indicado pelo Criador para descansar, pois escolher outro dia seria afrontá-lo. 

    Por isso, raciocinando, podemos entender que tanto Abraão quanto seus antecessores e predecessores guardavam o sábado de Deus instituído em Gênesis 2:3 para permanecer em comunhão com ele, pois é certo que guardavam um dia de descanso semanal e se já guardavam bem antes do Monte Sinai, certamente já havia uma tradição sabática a respeito, pois a lei ainda não havia sido promulgada.  Afinal, por que o Senhor Deus criou o primeiro casal no quinto dia, e no sexto criou o Sétimo Dia se não fosse com o objetivo claro e objetivo de estabelecer um dia universal de descanso semanal para eles, extensivo a nós outros?

Mas, infelizmente, católicos, ortodoxos, evangélicos, teólogos, exegetas, e demais “doutores das leis” para não ter de revelar aos seus fiéis que até ali ensinaram errado a respeito de ser o domingo “o Dia do Senhor” e de ter de ingressar nas dificuldades da observância do sábado, preferem bloquear as suas mentes, anestesiando suas consciências, tentando enganar a si próprios. Mas isso não é nada saudável perante o Deus que abomina o farisaísmo, pois ele os nomeou como Filhos do Diabo:

“Vós tendes por pai ao Diabo,
 e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele". 

6   5) Porque o Senhor Deus deu tanta importância ao sábado que o estabeleceu como um sinal entre ele e a Humanidade e não somente aos israelitas, pois já  Está Escrito tanto no AT como no Novo que Deus não faz distinção de pessoas, pois todos somos iguais perante ele, e em Efésios 2:14, Está Escrito que agora, tanto Israel como outros povos, também eu e você formamos um só povo, pois a parede que nos separava da Israel foi derrubada.  Há mais revelações que mostram que somos os legítimos herdeiros dos israelitas: Efésios 2:19 – Atos 3:24 – Gálatas 3:17 e 1 Pedro 2:10.

     6)  Porque é o único Mandamento do Decálogo abençoado e santificado pelo Espírito Santo de Deus.E quando o Senhor abençoa, É PARA SEMPRE!.

 7)  Porque   a Ressurreição de Jesus foi deveras menos importante que a sua morte, pois foi através do Grande Sacrifício do Cordeiro de Deus que Jesus redimiu a humanidade, habilitando os que merecerem a ingressar pelos Portais do Reino de Deus no Grande Dia da Volta de Jesus, antes fechado desde . Adão e Eva. Por isso, o clero católico não escolheu o melhor dia para tentar apagar o sábado, pois teria sido melhor escolher o dia da morte de Jesus, uma sexta-feira.

 Estudando-se e raciocinando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte.  De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada a culto aos domingos.  Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo.  Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz!

8      8)   Porque também no Evangelho, Jesus promulgou e propagou novamente as 10 leis de Deus Pai, mais de uma vez, como veremos, quando, em sua primeira pregação a uma multidão que representava a Humanidade, que representava todos os povos, bradou, cerimoniosamente, que das leis do Pai (as 10) nem um só caractere jamais poderá ser retirado delas todas, pois antes disso poderão ser destruídos completamente os Céus e todo o Universo. Lembro aqui que o sábado está intrínseco nas 10 leis e esse Mandamento, o Quarto, tem 433 caracteres. Mateus 5:17 e, se seguirmos até o verso 37 seremos revelados, sem refutações honestas, que Jesus se referia, mesmo, às 10 leis, pois em três dessas leis Jesus aumentou a carga de dificuldades de observação: A lei diz: Não adulterarás, mas se um homem olhar com cobiça uma mulher,  já pecou em seu coração”. Jesus.

Sendo Jesus o Verbo de Deus, a Palavra de Deus, a Vontade de Deus, e por isso pelos menos os pastores evangélicos têm de ter isso em altíssimo grua cristão, por que, então, eles fogem dessas inefáveis características de Deus Pai, teimando em contestar o principal de seus mandamentos, nomeado de Santo e Bendito, e ainda instituído como um Sinal entre o Senhor e a Humanidade?

Tais pastores se apegam na sua tradição do domingo, que agride as Escrituras, também por comodidade, para não terem de ingressar nas dificuldades da guarda e santificação do sábado, criadas pelos satânicos papas romanos e, assim, fazem vistas grossas à Verdade de Deus imutável e automaticamente bloqueiam as suas mentes anestesiando suas consciências e, assim, vão vivendo essa grande mentira como se fosse tudo normal.

 9) Porque o Senhor Deus destacou solenemente, e de maneira até surpreendente,  de modo irrevogável e irretratável que o Universo Inteiro poderá ser destruído antes que das suas leis (do Decálogo), é claro, se consiga retirar delas todas um só til, um só caractere?  Porque sendo o Senhor Deus do Universo, perfeitamente coerente em todas as suas decisões e ações quanto aos mortais, fez essa majestosa comparação exatamente para deixar bem claro aos descrentes, fariseus e hipócritas da época, de hoje e de todos os tempos até a Consumação dos Séculos, que suas leis são perpétuas  e “imexíveis” irrevogáveis e irretratáveis, e que por isso mesmo ninguém no mundo poderá atentar contra elas sem ingressar na Desobediência ao Senhor, o que resultará na exclusão da Salvação tão almejada pelos cristãos.

Devemos nos lembrar que exatamente pela Desobediência, o Senhor varreu da face da Terra onze das doze tribos de Israel, cujas agressões aos principais Mandamentos do Decálogo foram: Adultério, Idolatria e o desrespeito do Sétimo Dia, o Dia do Senhor.  E só não foi extinta a tribo de Judá porque o Messias teria de nascer israelita.

“E a seu filho darei uma tribo; para que Davi, meu servo, sempre tenha uma lâmpada diante de mim em Jerusalém, a cidade que escolhi para pôr ali o meu nome”. 1 Reis 11:36

10)  Porque Jesus confirmou, de modo irrevogável e irretratável, o sábado de Deus Pai valendo também no Evangelho, ao promulgar:  “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos fariseus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  

 Da  mesma forma, Jesus citou que Davi e os seus amigos, que, com fome, avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, ato proibido até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo. Em determinadas situações o amor de caridade tem de se sobrepor às leis. Até as leis civis têm essa características. Na Constituição Brasileira, consta uma cláusula que se alguém estiver com fome, mas sem dinheiro, ele pode entrar numa casa de pasto e pedir um prato feito, sem bebidas ou sobremesas e pode ir embora apenas avisando o dono do estabelecimento que não pode pagar.  A caridade tem de se sobrepor a todas as leis
.
Na revelação acima, Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum,  pelo menos por aqueles que buscam a Salvação na Eternidade.

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6 – maior que Abraão (João 8:57) e maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.

1  11) Porque no Evento Jovem Rico, Jesus elegeu duas condições para a Salvação: a obediência a Deus Pai na guarda de suas leis (o sábado está intrínseco) e o amor de caridade a favor  dos mais necessitados que faz dividir pelo menos uma parte de nossos bens com eles.


1   12)  Porque Está Escrito que o Senhor Deus jamais poderá mudar coisa alguma de suas promulgações à Humanidade, nem em um só til que seja como regeu Jesus , assim como jamais mudou suas promulgações à Adão e Eva, cujos castigos respingam em nós outros até hoje. Quanto à completa e rígida inflexibilidade do Senhor Deus quanto ás suas promulgações à Humanidade, nem a vinda do Jesus do Amor, que se condoia pelo sofrimento do povo dominado pelos romanos, um Jesus que se emocionava pela miséria existente, que chegou a chorar pelo seu povo, mesmo assim não moveu uma só palha para pelo menos amainar as dores do parto, pois sabia que DEUS PAI NUNCA MUDA em suas promulgações à Humanidade, sabendo-se que Adão e Eva, na época do grande pecado, representavam a Humanidade. Vamos ver apenas três  profetas traduzindo a Palavra do próprio Deus a respeito de ele ser inflexível em suas decisões?:

E se o Senhor Deus nunca muda em suas promulgações, o mandamento do sábado, o Quarto, promulgado e propagado por Deus Pai no Monte Sinai, é para sempre!  

Está Escrito na Carta de Pedro e em Isaías, que Deus nunca muda suas promulgações.   Nunca é Jamais! Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  1 Pedro 1:2

“Porque eu, o Senhor, não mudo”.  Malaquias 3:6

Desde a Fundação do Mundo, quando foi instituído o Santo Sábado para a Humanidade, as gerações se passaram e continuarão a passar, mas a Palavra de Deus, que também inclui o Sétimo Dia e a abominação às imagens,  figuras sacras jamais passará.  De outra forma, estaremos a desmentir o Criador e a Jesus! Não há como fugir desse conceito divino sem ingressar na hipocrisia religiosa, por certo desagradando gravemente ao Senhor!   Afinal, o que vale mais: as doutrinas e tradições que não se encaixam perfeitamente na Bíblia, tal como o culto à imagens e o desrespeito ao sábado ou na Palavra de Deus que abomina essas duas situações?

1    13)   Porque são fragilíssimas as suposições que os fariseus do domingo usam para colocar os domingos no lugar dos santos e benditos sábados perpétuos de um Deus que nunca muda, pois se apóiam sem apoio algum nos versos  de Atos 20:7 e em 1 coríntios 16:2. A seguir mostraremos porque.

  14) Porque Jesus nos revelou numa grande promessa, relacionando o cumprimento dos mandamentos de Deus Pai à Salvação:    “...Aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”.     Mateus 5:19.

1    15)   Porque Jesus me revelou que ele também guarda os mandamentos do Pai,  nos exorta a fazer o mesmo:   

“    Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, 
assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”.  João 15:10.

1     16)    Porque a Palavra de Deus ordena “Não ultrapasseis o que Está Escrito”. 1 Coríntios 4:6. O Sábado Está Escrito, mas o Domingo está ultrapassando o que Está Escrito, pois jamais alguém conseguirá achar, nas Escrituras, nem uma só afirmação direta de que o  tal domingo veio a substituir os sábados santos e abençoados de Deus, pois se isso fosse possível acontecer, certamente o Espírito Santo de Deus nos teria informado, no Evangelho, de modo direto, conclusivo e compreensível.

1     17)   Porque os que atiçam no Evangelho apregoando que o sábado não vale, “pois deu lugar ao domingo”,  tentando desmentir a Verdade do Senhor Deus por Jesus Cristo, de que o Universo Inteiro pode se desintegrar antes que das leis (também do sábado) se consiga retirar uma só letra, abominando a revelação::  “Porque eu, o Senhor, não mudo...”.  Malaquias 3:6.

1      18)   Porque o papado romano, por puro ódio dos judeus (blog) não se conformando que a Igreja Católica Romana guardasse o mesmo dia que os judeus, a cada concílio católico ia diminuindo a importância do sábado e aumentando a importância do domingo, na desculpa esfarrapada que foi nesse dia que Jesus ressuscitou, como se o dia mais importante não fosse o DIA DA MORTE DE JESUS e, nessa fortíssima agressão às Leis de Deus, a ele, o Senhor, o papado romano convocou o Concílio de Laodicéia, onde finalmente, repetindo: numa fortíssima agressão ao Senhor Deus,  a guarda do sábado foi excluída para dar lugar ao tal domingo.

http://oantisemitismouniversal.blogspot.com.br/

1  19)  Porque no Apocalipse 2:14 está revelado que seremos salvos pela guarda dos mandamentos do Senhor. E sabemos que são 10.

1     20)  Porque as revelações do Apocalipse, a derradeira Mensagem de Deus à Humanidade, pela Vontade de Deus aconteceram num dia de sábado: Eu fui arrebatado em Espírito no Dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta”  Apocalipse 1:10. 

    Ora, apesar da grande heresia católica que colocou nas últimas edições da sua Bíblia: 

   “Num domingo fui arrebatado”, apesar de os autores demoníacos do site veritatis apregoarem a “legitimidade” dessa altíssima anormalidade, apesar de uma parte dos pastores evangélicos apoiarem essa alta 
excrescência religiosa, o Dia do Senhor sempre, perpetuamente, será o Sétimo Dia, pois o próprio Mandamento escrito por Deus legitima isso. Vejamos a prova:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-1

E, quanto à essa alta heresia de tentar colocar o domingo no Apocalipse (impossível), na tentativa de desmerecer os solenes, santos e abençoados sábados do Senhor, digo e mostro que altas maldições cairão sobre todos esses fariseus hipócritas, segundo a própria Palavra de Deus que pode tardar, mas nunca falha. Vejamos:

Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro.   E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro”.  Apocalipse 22:18,19
.
 Portanto, os domingueiros que atentaram e atentam contra o Dia do Senhor no Apocalipse, além de sofrerem as piores pragas relatadas no próprio Apocalipse (ave!), ainda estarão excluídos da Salvação. Palavras do Senhor.

  Jesus DESMENTIU todos os fariseus de sua época nomeando-os como filhos do diabo, o que vale também para os fariseus de hoje, os domingueiros, que alegavam e que alegam que Jesus violava os sábados. Mas a Verdade Evidente é que Jesus retrucou que apenas APARENTAVA que violava os sábados. Vamos ver:  “Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.  Jesus, em João 7:23 a 24.

           Sabe quem acusava e ainda acusa Jesus de violar os sábados? Segundo o próprio                 Jesus, era e são os filhos do diabo!

    21)   Porque Jesus repreendeu novamente todos os fariseus de ontem e de hoje ao defender o valor perpétuo dos sábados de Deus Pai. Vejamos as quatro reprimendas abaixo:              
        
Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   Jesus, em João 8:44-47

“E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.   Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber?   E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?”.    Jesus, em Lucas 13:14-16

“E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados?  E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará?   Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por consequência, lícito fazer bem nos sábados.  Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra.  E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem”.  Jesus, em Mateus 12:10-14

“E os escribas e fariseus observavam-no, se o curaria no sábado, para acharem de que o acusar.  Mas ele (Jesus) bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé.   Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?   E, olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra.  E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus”.   Jesus, em Lucas 6:7-11

22)   Porque não há uma só linha no Evangelho que autorize, nem palidamente, a trocar o sábado pelo domingo

23)   Porque Jesus repreendeu aos das doutrinas e tradições, como hoje a doutrina do tal domingo, que por elas agrediram a Verdade de Deus, invalidando um e dois dos mandamentos perpétuos de Deus Pai:

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.  Jesus, em Marcos 7:9

     24)   Porque  para realçar sobremaneira, e novamente, as dez leis nas quais o sábado está intrínseco, no Grande Dia de Jesus a Arca da Aliança vai ser retirada do Santuário de Deus e exibida solenemente a todas as gerações, desde Adão e Eva.( verso abaixo).  

Além disso, Está Escrito que Moisés, o Profeta do Decálogo, vai ser honrado, homenageado, também no Apocalipse. Se as leis pudessem ter sido “apagadas” por Jesus ou mesmo uma só delas, por que o maior dos profetas: Moisés, que tem tudo a ver com as leis de Deus do Monte Sinai, será o único deles a ser homenageado na Volta de Jesus, quando seus eleitos, vestidos de branco, solenemente cantarão o Hino de Moisés (Apocalipse 15:3)? 

Pergunto ainda: Por que Deus Pai profetizou que vai honrar solenemente o Profeta do Decálogo frente a todas as nações da Terra - certamente desde Adão e Eva -, se o Filho tivesse “anulado as leis” ou uma só delas, como querem os fariseus?

“E abriu-se no céu o templo de Deus, e a Arca da sua Aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva”.  Apocalipse 11:19.

25)   Porque da mesma forma acima, os eleitos de Jesus cantarão o Hino de Moisés. O que o Decálogo tem a ver com Moisés? Tudo. Por isso, pela altíssima importância do Decálogo, o Senhor vai honrar solenemente seu Maior dos Profetas!

2       26)   Porque Jesus, sua Igreja, seus apóstolos e até o apóstolo Paulo décadas após a Ressurreição de Jesus santificavam os sábados santos e benditos, como está colocado no meu blog: 
        
            http://asseteverdadessobreosabado.blogspot.com.br/  Se não abrir, copie o http e cole no navegador

2     27)    Porque o Senhor Deus me prometeu BÊNÇÃOS se eu obedecer aos seus Mandamentos que são 10 ou MALDIÇÕES se eu o desrespeitar, excluindo o sábado de minha vid:a

 Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio11.26.


      28) Porque o Senhor Deus me ordenou a guardar TODOS os seus mandamentos, todos os dez. Atenção, todos eles sem exceções:  “Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir TODOS os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15.

Mas alguém poderá perguntar: Mas por que o Senhor Deus não interferiu quando os papas católicos satânicos, certamente gerenciados por Satanás, levaram o mundo a desrespeitar os solenes, santos e abençoados sábados de Deus?  Para respostas temos de regredir até o episódio Noé.

Aborrecido com a violência e a corrupção da Humanidade da época, o Senhor Deus exterminou quase todos os habitantes da Terra, mas depois prometeu que não mais interferiria nas coisas da Terra, como nunca interferiu (a não ser no cumprimento das profecias que revelavam a Vinda do Messias), nem nas épocas dos grandes carniceiros, como no Império Persa, nas carnificinas de Gengis Khan, no sangrento Império Romano, no tempo dos Satânicos papas romanos da sangrenta Inquisição, o mesmo para as Cruzadas, do carniceiro Alexandre, de Stalin, de Lênin, de Bonaparte e de Hitler, da mesma forma jamais interferiu nem mesmo quando o homem corrompeu as suas leis como ainda teimam em manter esse grave pecado. 

E o Senhor disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice, nem tornarei mais a ferir todo o vivente, como fiz”.  Gênesis 8:21.

Portanto, o Senhor Deus não virá até você lhe avisando que é desobediência gravíssima a derrocada de seu Santo, Solene e Abençoado sábado, por conta do tal domingo inventado pelo homem, pois isso 
Está Escrito, mas no Grande Dia da Volta de Jesus, quando todos serão julgados tendo o Livro da Vida, da Balança de Deus, o Furor dele será Terrível, pois a favor de doutrinas humanas o seu Nome foi Agredido, Desrespeitado:

“Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé, diante do trono. Então se abriram livros, e ainda ou livro; o Livro da Vida foi aberto, e os mortos foram julgados, segundo suas obras, conforme o que se acha nos livros”Apocalipse, 20.12.   O domingo não se acha nesses Livros, mas o sábado sim.

        Pra quem julga que até na Ressurreição Jesus vai ser só amor e condescendência, está enganado:

    “E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso”. Apocalipse 19:15

    Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro” .Apocalipse 14:10

2       29)  Porque como prometido no início  vamos agora mostrar, realmente, não meras suposições apontadas pelos domingueiros tais como Atos 20:7 e 1 coríntios 16:2., mas na Plena e Indiscutível Verdade de Deus, pois Está Escrito de modo claro e objetivo, sem delongas ou subterfúgios, Jesus Cristo, sua Igreja Primitiva com seus apóstolos e inclusive com o apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus,  todos eles santificando os sábados do Senhor, e jamais um só domingo. Mas, mesmo com a Verdade tão evidente, tão clara, tão cristalina, tenho visto que alguns fariseus, hipócritas de Satanás -- a maioria deles “pastores de Deus”--,  se agarram tão firmemente ao tal domingo, e realizando todo o possível para que  pudessem erradicar das Rochas Sagradas das Leis o Mandamento do Sábado.

Esses "pastores de Deus" escarnecem, zombam do Espírito Santo do Deus da Verdade, usando de toda a falsidade possível para tentar confundir os incautos, despreparados que se deixam levar pelos homens, sem antes conferir tudo nas Escrituras.  Vamos, então ver a Igreja Primitiva, a de Antioquia, santificando os sábados:

  “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.   Lucas 4:16.   Jesus, nos concedendo o exemplo, pois segundo o Mandamento e a Tradição israelita, guardou o sábado por toda a sua vida.  Mas os fariseus tentam jogar aqui uma cortina de mentiras par confundir os menos esclarecidos, defendendo até de modo tolo que Jesus, sendo judeu, frequentava os templos judeus aos sábados onde podia encontrá-los. Acontece que o Espírito Santo necessitou mostrar Jesus santificando os sábados, então pergunto: Que outra forma poderia revelar Jesus santificando os sábados senão da forma como Está Escrita em Lucas 4:16?

Os pastores evangélicos, na maioria, como sempre, tentando desmerecer os sábados santos e abençoados de Deus alegam que Jesus sendo judeu, ia aos sábados ao templo segundo sua tradição. Ora, acontece que Jesus, ao  mostrar-se  no templo aos sábados o fazia para nos dar o exemplo, pois tudo o que Jesus fez na Terra foi com o objetivo DIRETO de nos deixar como exemplo.

Esse exemplo foi altamente salutar, pois toda a sua igreja primitiva imitou-o santificando os sábados de Deus Pai. vejamos as provas bíblicas que a Igreja Primitiva, os apóstolos, e até o apóstolo Paulo, décadas após a ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados:

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou a sua Igreja a ser também legalista! Ora, legalista é aquele que guarda as 10 leis de Deus? Então é uma palavra que Deus aprova totalmente. Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, décadas depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo fazendo do sábado um dia de culto e louvor:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito acima revela, com toda clareza, de modo irrefutável dentro da honestidade, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas, depois dessas revelações divinas tão claras e evidentes contra um domingo turvado?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. Isso não poder ser negado!

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  
Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois, pela sua tradição, os judeus jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo jamais aceitariam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas principalmente aos  pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás, segundo o Apocalipse 13:7.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.
Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Massada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

2     30)  Porque Finalmente vamos exibir aqui a Verdade de Deus que torna impossível relacionar o tal domingo como vigente no Evangelho. Essa é a prova dos nove, como diriam os antigos, pois a Verdade está tão evidente, tão clara, tão evidente, e tão compreensível que não é necessário muita inteligência para comprovar a grande mentira do domingo no evangelho:

Então amos a mais uma das provas concretas e contundentes e realistas que revelam que os cristãos santificavam os sábados, mesmo décadas após a ressurreição de Jesus - e por isso esse procedimento continuou por séculos até a agressão contra o santo sábado pelos servos de Satanás, os papas romanos,coisa de bestas e anti-cristos -, basta uma breve meditação para concluir tal Verdade em duas situações fundamentadas no alto respeito que os judeus tinham e têm pelo sábado. Vamos raciocinar:

A) Os judeus fariseus e príncipes do templo se escandalizaram com os apóstolos de Jesus até pelo insignificante fato de comerem sem que antes lavassem as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho (Mateus 15:2). Ora, então vamos raciocinar: 

Se os fariseus protestaram publicamente por tão pouco, contudo o Espírito Santo de Deus, que gerenciou os Escritos no Evangelho, fez colocar ali esse protesto por algo sem gravidade de propósito
, imagine, então,  o barulho, a confusão, os fortes protestos, a revolta e até violentas perseguições, provavelmente até mortais contra apóstolos de Jesus, inclusive contra Paulo, se eles (ou um só deles) tivessem induzido os fiéis de Jesus – parte predominante israelita -- a trocarem o sábado pelo domingo!  

Se os apóstolos tivessem apenas sugerido que o sábado seria anulado no Evangelho as favor de um outro dia, eles  seriam perseguidos de morte. Mas o Evangelho não registrou absolutamente nada, mas NADA mesmo a respeito disso e
 basta apenas essa Verdade para se ter a certeza de que o tal domingo nunca existiu, nem por sombras, no Evangelho como o Dia do Senhor!   Por muito menos que isso, apedrejaram Paulo até imaginarem que estava morto!

Sobrevieram, porém, uns judeus de Antioquia e de Icônio que, tendo convencido a multidão, apedrejaram a Paulo e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto”.  Atos 14:19..

  B) O apóstolo Paulo foi gravemente acusado pelos judeus fariseus que o perseguiram de morte, foi chicoteado por cinco vezes, espancado e apedrejado até ser julgado morto (Atos 14:19). Tudo isso aconteceu porque Paulo foi acusado de desrespeitar as principais leis antigas das tradições israelitas, tal como a lei da Circuncisão, a lei da segregação racial, as ordenanças e obras retrógradas e outras que já haviam sido abolidas em Lucas 16:16, mas Paulo jamais foi acusado de violar um só dos Mandamentos do Decálogoprincipalmente o Mandamento do Sétimo Dia, de outra forma, se tivesse apenas sugerido aos seus fiéis que o sábado estava erradicado da vida cristã,  isso tudo estaria explicita, clara e cristalinamente colocada no Evangelho, de forma bem explicativa e consistente, assim como foi registrado o simples fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos. 

Se isso pudesse ter acontecido, estaria registrado no Evangelho, de modo claro e consistente, o apóstolo Paulo abominando os sábados e enaltecendo os domingos! Então, como está colocado no início desse Tratado, Paulo e os membros da Igreja de Jesus santificavam os sábados e jamais domingo algum como querem a maioria dos católicos, ortodoxos e evangélicos.

“Acudi homens israelitas; este é o homem que por todas as partes ensina a todos contra o povo e contra a lei, e contra este lugar; e, além disto, introduziu também no templo os gregos e profanou este santo lugar”. Atos 21:28 que revela os protestos dos fariseus contra Paulo que não se ligava e combatia as leis e tradições antigas que não tiveram lugar no cristianismo, pois só vigoraram até João. 
(Lucas 16:16).

 31)
 Porque Jesus não poderia ter ressuscitado num sábado, pois nesse dia os anjos teriam de remover a grande e pesada pedra e a grossa camada de barro que vedava o seu túmulo. Alguém pode até gracejar disso, afirmando que não haveria desrespeito ao sábado a remoção da pesada pedra, mas Deus é perfeito e tudo o que faz tem sentido, afinal, também no cristianismo os exemplos têm de vir de cima, até dos anjos de Deus, é claro. Quanto a isso, os anjos nos deram exemplo de nunca julgar e deixar por conta de Deus a Justiça:

 "Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda".   Epístola de Judas, 1:9.  
.
    “E, olhando, viram que já a pedra estava revolvida; e era ela muito grande”.            Marcos 16:4

   E A PEDRA ERA MUITO GRANDE.  se era muito grande, era muito pesada e por isso mesmo jamais poderia ser removida em dia de sábado.

    Quanto a remover a pedra, vejamos Jesus, em dia de semana, tomado de emoção, bradando alto:

   Disse Jesus: Tirai a pedra!”.     E logo depois, Lázaro, morto havia quatro dias, reviveu!    João 11:39. Justamente por isso, a vida física de Jesus estava selada (e até de Lázaro), pois as autoridades do templo, desta vez perdendo o medo do povo, decretaram, de vez, a morte de Jesus.

   32)  Porque nas Escrituras o Senhor nos revela que o sábado é o Dia do Senhor, como está no Apocalipse 1:10, onde os fariseus hipócritas mudaram sua Bíblia colocando lá um domingo que nunca existiu no Evangelho.

    Vamos à revelação Divina que nos mostra que o Sábado é o Dia do Senhor:
    Irmão, no próprio Mandamento do sábado, o quarto, já revela o sábado como o Dia do Senhor, tal como está em Apocalipse, 1:10:

     Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus;    não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.    Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.  Êxodo 20:8-11

     Sobretudo, o único dia nomeado por Deus como Santo e Bendito é o sábado e jamais, jamais um domingo inventado.
   
Com respeito a não haver uma só linha no Evangelho a respeito da troca do sábado santo pelo domingo (impossível), um cardeal católico tentou dissuadir-me “explicando”, na sua débil sabedoria (como sempre acontece com os clérigos católicos) que os apóstolos guardavam o domingo em segredo, com medo da revolta dos fariseus e outros da tradição israelita. Respondi a ele que a sua conclusão era a mais tola, ridícula e infeliz possível, pois Está Escrito que depois que os apóstolos receberam o Espírito Santo de Deus ficou provado que o medo nunca mais fez parte da vida deles e, por isso mesmo, onze deles aceitaram ser supliciados por amor a Jesus. Ora, vejam só: um cardeal católico colocando medo nos apóstolos, como se o Espírito Santo de Deus tivesse falhado!

    Como já disse, o Senhor Deus não virá até você lhe avisando da Grande Cilada de Satanás quando os papas impuseram o domingo como “O dia do Senhor”, pois tudo o que tinha para lhe revelar está perfeitamente revelado nas Escrituras (Gênesis 8:21) e, se você preferir orientar-se pelas doutrinas, pelos pastores domingueiros,  tudo ficará por sua conta e risco, pois a Salvação é individual. Somente você responderá por suas ações.  ACORDE! Acorde para a Verdade de Deus!

    Waldecy Antonio Simões    walasi@uol.com.br

Veja abaixo meus 100 blogs a respeito de temas bíblicos

Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam modificados.

  Bibliografia sobre dados relatados sobre a corrupção na Igreja católica, sobre os horrores Inquisição e muito mais:

Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.
O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
Earle E CAIRNS. O cristianismo através dos séculos.  1977.
Eamon Duffy. Santos e Pecadores.
Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.
Vidas ilustres. Coleção - Volumes VI (os cientistas) e IX (líderes religiosos) e outras publicações, tanto de livros como de jornais.
Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.
Fidel FifaLos conjurados de Sevilla contra la Inquisición  em 1480.  1890.
Bernard e Vicent.  Historia de los moriscos. Vida y tragedia de uma minoria.  Madri, 1978.
J. Amador de los Rios: Historia social, politica y religiosa de los judios em España y Portugal.   Madri, 1984.
Micael Baygent  Inquisição.
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Idem: Los orígenes de la Inquisición em Aragon, S. Pedro Arbués mártir de la autonomia aragonesa. Saragoça, 1984.
Ricardo Garcia Cárcel. Herejía y sociedade en el siglo  XVI.La Inquisición em Valencia (1530 – 1609). Barcelon, 1980.
Idem: Orígenes de la Inquisición española. El tribunal de Valencia.  Barcelona, 1976.
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Henri Maisonneuve: Études sur les origins L”Inquisition. Paris, 1942.
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Idem: L”Inquisition espagnole XV – XIX siécle. Paris, 1979.
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Idem: Responsabilité de I”Inquisicion dans le retard é économique de l”Espagne? Eléments de réponse, em aux orígenes du retard économique de la Espagne. XVI – XIX siècle. Paris, 1983, juntamente com outros autores.
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Antonio Dominguez Ortiz.  Autos de la Inquisitión de Sevilla (siglo XVII). Sevilha, 1981.
IDEM: Los judeos conversos em la Espana moderna. Madri. Primeira edição em 1955
Miguel Echeverria Goicoechea. Distribución y numero de los familiares Del Santo Oficio em Andalucia durante los siglos XVI – XVIII.  1987.
José Antonio EscuderoPerfiles jurídicos de la Inquisitón española. Madri, 1989.
José A Ferrer BenimeliLa masoneria española em el siglo XVIII. Madri, 1986.
Idem: Masoneria, Iglesia y ilustración. Madri, 1976.
Maureeen Flynn. Mimesis fo the lãs judgment: the Spanish auto de fé. EUA, 1991.
Juan Carlos Gallende Días. El Santo Oficio y los primeros Borbones. (1700 – 1759). Espanha, 1988.
Stephen Haliczer. Inquisition and society in the Kingdom of Valencia, 1478 – 1834. EUA 1990.
Gustav Henningsen. El abogado de las brujas. Brujeria vasca e Inquisición española (tradução do Inglês). Madri, 1983.
Idem “El banco de datos” Del Santo Oficio: las relaciones de causas de la Inquisición española (1550 – 1700).  1977.
Álvaro Huerga. Histori A História dos Concílios, vol. XIV, col 109, por Labbe e Cossart),a de los alumbrados.  Espanha, 1978.
Pilar Huerga Criado. La etapa inicial del Consejo de Inquisición  (1483 – 1498) Espanha, 1985.
Inquisición espagñola. Nuevas aproximaciones.  1987. Vários autores.
Henry Carmem. La Inquisición espagñola  (tradução do Inglês). Barcelona,  1985.
Henry Charles Lea. The moriscos of Spain: their conversion and expulsion. Eua, 1968.
BURNS, E. M., Western Civilizations, Their History and Their Culture, W. W. Norton & Co. Inc., New York, 1968.
João Bernardino Gonzaga, A Inquisição em seu Mundo, Saraiva, 8a. edição, São Paulo
Rino Camillieri, La Vera Storia della Inquisizione, Piemme, Casale di Monferratto, 2001, p. 31).
ANKERBERG, J., Weldon, J., The Facts on Halloween: What Christians Need to Know. Harvest House, Oregon, 1996.
A Concise History of the Baptists by G.H. Orchard (1855). Livro.
A History of the Christian Church by William Jones (1812). Livro.
http://www.geocities.com/I_hate_spammers/waldenses2.html#chapter1 "The Waldenses: An Examination of the Doctrines of This Medieval Sect" by Thomas Williamson.
The Origin of the Baptists.  S.H. Ford.
History of the Donatists.  David Benedict.
The history of the christian church, from the birth of Christ to the 18th Century: including The very interesting account of the Waldenses and Albigenses. By William Jones. 1762-1843.
A History of the English Baptists.  Joseph Ivimey, 1811.
The history of the waldenses.  J. A. Wylie. 1808-1890.
Rasto de sangue. J.M. Carroll. Bestseller.  Clássico.  A História, desde o século I até hoje
Palestras do cardeal Wiseman: “The real presence”.
De James Aitken Wylie (1808-1890) “History of protestantism”
George Elliot ou Mary Anne Evans, 1880 “The abiding sabbath”.
Henry Tuberville “An abridgement of the christian doutrine”.

“Livro das Sentenças da Inquisição” (Liber Sententiarum Inquisitionis) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331), conta como se deveria usar a tortura de modo bem convincente, provocando toda a dor possível sem matar, para sobrar o gosto satânico de ver o semelhante assado nas fogueiras de Satanás.

Waldecy Antonio Simões   walasi@uol.com.br

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Abaixo, a relação completa de meus blogs:















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 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43